Tai chi e a Terapia Corporal

Mão e beija flor

“Cada um de nós tem uma escolha: continuar a se identificar com velhos padrões ou se reorganizar. Podemos viver intensamente e crescer emocionalmente ou podemos viver uma vida que nunca muda. Se sentimos as conexões que vão do interior de nossos corpos para o mundo exterior e da superfície para a profundidade, podemos reexperimentar essa profundidade corporal e emocional em nossa vida diária.”
(Stanley Keleman, criador da Psicologia Formativa – uma abordagem calcada na noção do corpo enquanto um processo somático constantemente formando a si mesmo)

“Nosso corpo somos nós! É nossa única realidade perceptível. Não se opõe à nossa inteligência, sentimentos, alma. Ele os inclui e dá-lhes abrigo. Por isso, tomar consciência do nosso próprio corpo é ter acesso ao ser inteiro… pois o corpo e espírito, psíquico e físico, e até força e fraqueza, representam não a dualidade do ser, mas a sua totalidade.”
(Thérèse Bertherat, escritora, fisioterapeuta, terapeuta corporal, criadora de novos métodos terapêuticos, autora, entre outros livros, de ‘O corpo tem suas razões’)

“A Psicologia Formativa concebe o corpo como um processo vivo, subjetivo, evolutivo, em contínua transformação e organização de si mesmo. Somos criaturas corporificadas e passamos por uma série de formas ao longo da vida, um contínuo de transformações do nascimento à morte. Estas formas são parte de um processo organizador que “corporifica emoções, pensamentos e experiências em uma estrutura”. O ser humano é simultaneamente biológico, pessoal e social. O corpo humano é emocional, cognitivo, linguístico e cultural. Toda experiência humana é necessariamente corporificada e está fundada em uma organização anatômica. Isto inclui o sentir, o pensar, o imaginar e o sonhar. Concebemos anatomia como uma realidade pulsante, multidimensional, rítmica, plástica e em constante movimento; de forma alguma uma estrutura estática.”
(Pensamento de Stanley Keleman e seu conceito de corpo, apresentado por Leila Cohn no artigo ‘Anatomia Emocional’)

A natureza da Natureza

Mutação, ciclos e impermanência

Folha mão

Mutação… nada permanece inalterado na vida, tudo é um processo de contínua transformação. O ser humano passa por um processo análogo ao das estações do ano. Nossa vida pode ser entendida como um ciclo completo de mudanças em que a primavera corresponde à infância, à fase inicial da vida; o verão se refere à juventude, ao auge da força e da virilidade; o outono representa a meia-idade, o declínio do vigor e das capacidades físicas; o inverno é a velhice, a estagnação das funções vitais e o recolhimento.

As estações do ano fazem que as plantas e os animais se adaptem às condições de cada momento para que possam sobreviver,  crescer e se perpetuar. Os seres humanos também precisam acompanhar harmoniosamente as mudanças da vida.

Quando não mudamos de acordo com o momento e não vivenciamos o que é correspondente a cada fase da existência, deixamos de viver de forma plena. Viver é mudar, adaptar-se, aproveitar cada etapa da vida e não ir contra as leis naturais.

Tentar colocar-se acima da Natureza é insensatez. Precisamos acolher as leis da Natureza com humildade e reverência.

Ciclos… “Sempre a primavera, nunca as mesmas flores”

A vida é um fluxo constituído de ciclos assim como acontece com as estações do ano. Ciclo é outro conceito básico que os taoistas desenvolveram a partir da contemplação da Natureza.

Mutação e ciclo são necessários para que aconteça a renovação da vida. Sob um aspecto, existe retorno a um ponto de referência, mas, por outro, nada permanece igual. Ao fim de cada ciclo, as árvores se desenvolvem, os animais ganham nova pelagem e todas as criaturas vivas se renovam com o nascimento de novos indivíduos da sua espécie.

O ditado chinês “Sempre a primavera, nunca as mesmas flores” sintetiza com perfeição as idéias de mutação, ciclo e renovação. Todos os anos acontece a primavera, sem falha, mas a cada primavera brotam novas flores. Apesar da repetição, a Natureza não se repete. A Natureza não caminha em círculos, mas em ciclos constantes em que cada retorno representa uma evolução, um passo a mais, um degrau acima da fase anterior. Evolução e renovação acontecem em forma de espiral, e não dentro de um círculo. Num círculo, tudo volta ao mesmo ponto, mas numa espiral o retorno ao ponto de referência se dá num outro nível, num patamar acima.

Quando respeitamos os ciclos a vida flui, se renova e permitimos nossa própria evolução.

Impermanência

O ser humano tem necessidade de coisas duradouras, constantes, permanentes. Isso nos dá segurança, tranqüilidade, uma certeza de continuidade. É reconfortante saber que as coisas vão permanecer estáveis para sempre. Contudo, as estações do ano mostram que todas as coisas são mutáveis e nada é permanente. Ou, de outro modo, tudo é impermanente.

O que ocorre é que nós, seres humanos, somos apegados às pessoas, às coisas e às situações. É comum querer que as coisas sejam permanentes. Muitas vezes, preferimos a ilusão do duradouro à realidade da mutação e da impermanência. Queremos que a vida seja do jeito que idealizamos e não do jeito que a vida é. Lidar com a impermanência é um exercício de aceitação da realidade.

Desejar que um objeto, uma pessoa, ou uma parte da vida nunca se altere é aleijar a existência. Como nada na Natureza existe de forma isolada, tentar manter algo inalterado é impedir que ele continue seu processo de evolução. Pior: todas as coisas que estão interligadas com esse algo também serão prejudicadas.

A Natureza nos mostra a todo instante que a impermanência é um fato e uma necessidade. Pode ser uma realidade difícil de se aceitar, mas é a realidade. A consciência da impermanência exige de nós o acolhimento da realidade e o exercício de se desapegar das pessoas, dos objetos e das situações. Das idéias e ilusões também. É interessante notar como as idéias e as ilusões são coisas das mais difíceis de se renunciar nesta vida. Mas ilusões são ilusões e não realidade.’

Por Roberto Otsu, autor dos livros A Sabedoria da Natureza e O Caminho Sábio

A Medicina do Tai Chi

Tai Chi Chuan

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» uma prática física e mental com inúmeros benefícios para a saúde

» uma abordagem que considera a prevenção tão importante quanto a cura

» uma habilidade que previne (ou conforta e cuida) incapacidades relacionadas com as DCNTs (Doenças Crônicas Não Transmissíveis, tais como doenças cardíacas, pulmonares, câncer, diabetes e transtornos mentais).

Além de melhorar a imunidade, a qualidade do sono, aumentar a concentração, o equilíbrio e a vitalidade, o Tai Chi Chuan é mencionado em uma variedade de estudos científicos como uma importante ferramenta de auxílio em situações de ansiedade e depressão, hipertensão, fibromialgia, Parkinson, artrite reumatóide, osteoporose, entre outras.

‘O Tai Chi Chuan  surgiu na China no século XVII, como uma arte marcial. Atualmente é uma prática física e mental que começa a se disseminar no ocidente por causa de seus inúmeros benefícios para a saúde humana. Foi desenvolvido com a influência de práticas Taoistas baseadas na circulação de energia.

No Brasil a portaria 971 do Ministério da Saúde menciona a prática do Tai Chi Chuan  como uma prática corporal e meditativa que deve ser incorporada às práticas do Sistema Único de Saúde.

O Tai Chi Chuan tem sido mencionado em uma variedade de estudos com efeitos positivos no combate a várias doenças. A prática está identificada em vários estudos clínicos como uma importante ferramenta para controle da osteoporose (Qian et al., 2012; Wayne et al, 2012), promove melhora física e psicológica em pacientes com artrite  reumatoide (Lee et al., 2012), utilizado contra depressão (Yeung et al., 2012), fibromialgia (Jones et al., 2012), reduzindo os impacto da doença de Parkinson (Li et al, 2012), melhorando a qualidade de vida em pacientes com insuficiência cardíaca (Yeh et al., 2011) entre outros.’

(…)

* Alberto Malta Junior (especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde pelo NESC – Universidade Federal do Ceará. Escritor, atua como Professor na Faculdade de Medicina do Cariri – UFC, Professor na Faculdade de Farmácia da FJN e consultor em saúde pública)

[https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/tai-chi-chuan-uma-nova-antiga-maneira-de-combater-e-prevenir-doencas/48081]


TAI CHI CHUAN, OS MOVIMENTOS DA SUPREMA UNIDADE
Por David Roberto (professor de Tai Chi e doutor em Acupuntura pela WFAS/WHO, World Federation of Acupuncture Societies)
http://www.pucsp.br/maturidades/com_palavra_professor/index_59.html

‘Para a diretora da OMS, os sistemas de saúde terão de ser reorientados, de preferência com base em cuidados de saúde primários, uma abordagem que considera a prevenção tão importante quanto a cura.

De acordo com a Dra. Chan, o envelhecimento do povo é uma tendência global com consequências globais para a saúde, principalmente em relação à ascensão universal DCNTs como doenças cardíacas, pulmonares, câncer, diabetes e transtornos mentais que, uma vez desenvolvidas, geralmente não têm cura e tornam-se crônicas.

Há uma necessidade urgente de prevenir incapacidades relacionadas com tais doenças e planejar cuidados de longa duração. Segundo Margareth Chan, “para essas doenças e muitas outras condições, a Medicina Tradicional (*) tem muito a oferecer em termos de prevenção, conforto e cuidados”.

(…)

Quando combinado com o tratamento padrão médico o Tai Chi pode ser útil em várias condições médicas, entre elas as DCNTs. Estudos revelam auxílio também na hipertensão, fibromialgia, ansiedade e depressão; o Tai Chi pode ainda atrasar o declínio da função cardiovascular e respiratória. ‘

(*) Medicina Tradicional é definida pela OMS como “A soma total dos conhecimentos, habilidades e práticas baseadas em teorias, crenças e experiências de diferentes culturas, explicáveis ou não, utilizados na manutenção da saúde, bem como na prevenção, diagnóstico, melhoria ou tratamento de doenças físicas e mentais”.


SAÚDE E TAI CHI CHUAN
por Eduardo Molon (professor de Tai chi Chuan Chen)
http://taijiquan.pro.br/estilo-chen/saude/

‘Há muitos praticantes de taijiquan (tai chi chuan) que afirmam praticar esta arte para melhorar a sua saúde. Mas o que se sabe, ou o que se está pesquisando acerca dos benefícios para a saúde oferecidos pelo taijiquan (tai chi chuan)?

As pesquisas acadêmicas ainda são incipientes ou raras no Brasil, mas em países desenvolvidos o tema tem merecido atenção por parte das autoridades governamentais que lidam com a saúde pública. Até mesmo alguns planos de saúde já perceberam os efeitos terapêuticos e profiláticos de diversas técnicas corporais orientais, dentre as quais o taijiquan (tai chi chuan), e cobrem os gastos dos seus associados com aulas.

Tomaremos como exemplo, pela abundância e pela facilidade de busca pela internet das pesquisas, os Estados Unidos. A seguir relacionamos pelo órgão do governo daquele país alguns exemplos e fornecemos os links que permitem efetuar buscas mais amplas.’ (…)

NIH é um órgão do governo Norte-Americano, e faz parte do Departamento de Saúde e Serviços Humanos daquele país. É a agência governamental primária para conduzir e apoiar pesquisas médicas. É composto de 27 centros ou institutoscom especialidades diversas, que oferecem financiamento para pesquisas.

National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases

NIAMS apóia pesquisas sobre artrite, doenças de pele e muculo-esqueléticas e treina cientistas para estas pesquisas.

National Institute on Aging

NIA lidera nos EUA o esforço científico para compreender a natureza do envelhecimento e estender os anos ativos e saudáveis da vida.

  • Efeito do taijiquan na redução das quedas: este é um exemplo de como a pesquisa pode ser utilizada para economizar recursos vultosos no sistema público de saúde. Em 1996 o custo estimado no sistema público de saúde Norte-Americano com quedas de pessoas na terceira idade era de 12 bilhões de dólares. A pesquisa financiada pelo NIA indicou que um treinamento de 6 meses de taijiquan(tai chi chuan) levou a uma redução de 47,5% nas quedas do grupo estudado. O resultado foi publicado no Journal of American Geriatrics.
  • Recrutamento para pesquisa do NIA sobre insônia citando estudos preliminares que sugerem que uma forma derivada do taijiquan contribui para a melhora da avaliação subjetiva da qualidade do sono.

National Center for Complementary and Alternative Medicine

NIH conta em sua estrutura com um centro especialmente dedicado às medicinas alternativas e complementares, o NCCAM.

Medline

Medline é um serviço na internet da National Library of Medicine, a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, e do NIH. O seu conteúdo engloba mais de 700 doenças e condições de saúde, lista de hospitais e médicos daquele país, informações sobre medicamentos, uma biblioteca médica e um dicionário médico, além de informações veiculadas na mídia e links para milhares de experiências clínicas.

  • Verbete sobre palpitações cardíacas na Biblioteca Médica: “Reduzir o estresse e a ansiedade pode ajudar a reduzir a frequência e intensidade das palpitações.(…) Praticar tai chi chuan ou ioga regularmente pode reduzir a frequência das suas palpitações.”

PubMed

PubMed é um serviço da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA que inclui mais de 16 milhões de citações do Medline e outros jornais ligados às ciências biológicas de artigos biomédicos desde 1950. O PubMed inclui links para os textos dos artigos e outros recursos.

Tai Chi and Postural Stability in Patients with Parkinson’s Disease
The New England Journal of Medicine
http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1107911

O corpo por dentro

Magnífica complexidade e harmonia dos sistemas orgânicos

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‘Um grupo de órgãos relacionados compõe um sistema orgânico. Órgãos possuindo um sistema podem ser relacionados em inúmeras formas. As funções dos sistemas orgânicos muitas vezes compartilham significantes justaposições. Por exemplo o sistema urinário compreende órgãos que trabalham juntos para produzir, guardar e transportar a urina. Os sistemas nervoso e endócrino operam através de uma partilha de ambos os órgãos, o hipotálamo. Por esta razão, os dois sistemas são combinados e estudados como o sistema neuroendócrino. O mesmo é verdade para o Sistema musculoesquelético, que envolve a relação entre o sistema muscular e o sistema esquelético.’

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São considerados tipicamente como sistemas orgânicos do corpo humano:

  • Sistema digestório – Absorção de nutrientes e excreção do excesso.
    – formado pela boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus; os órgãos acessórios são os dentes, a língua, as glândulas salivares, o fígado, vesícula biliar e o pâncreas. O trato gastro intestinal é um tubo longo e sinuoso de 10 a 12 metros de comprimento desde a extremidade cefálica (cavidade oral) até a caudal (ânus).
  • Sistema esquelético – Sustentação do organismo (apoio para o corpo), proteção de estruturas vitais (coração, pulmões, cérebro), base mecânica para o movimento, armazenamento de sais (cálcio, por exemplo) e hematopoiética (suprimento contínuo de células sanguíneas novas).
    – formado por (206) ossos e cartilagens.
  • Sistema muscular – Produção dos movimentos corporais; estabilização das posições corporais; regulação do volume dos órgãos, movimento de substâncias dentro do corpo (as contrações dos músculos lisos das paredes vasos sanguíneos regulam a intensidade do fluxo. Os músculos lisos também podem mover alimentos, urina e gametas do sistema reprodutivo. Os músculos esqueléticos promovem o fluxo de linfa e o retorno do sangue para o coração) e produção de calor (quando o tecido muscular se contrai ele produz calor e grande parte desse calor liberado pelo músculo é usado na manutenção da temperatura corporal).
    -formado pelos músculos estriados cardíacos, estriados esqueléticos e não estriados (nove grupos musculares: cabeça, pescoço, tórax, abdome, região posterior do tronco, membros superiores, membros inferiores, órgãos dos sentidos e períneo).
  • Sistema nervoso – Integração e coordenação através de sinais eletroquímicos; percepção de mudanças no meio externo e interno do nosso corpo.
    – o sistema nervoso central é aquele localizado dentro do esqueleto axial (cavidade craniana e canal vertebral); o sistema nervoso periférico é aquele que se localiza fora deste esqueleto. O encéfalo é a parte do sistema nervoso central situado dentro do crânio neural; e a medula é localizada dentro do canal vertebral. O encéfalo e a medula constituem o neuro-eixo. No encéfalo temos cérebro, cerebelo e tronco encefálico.
  • Sistema endócrino – Integração e coordenação através de hormônios
    -formado por todas as glândulas endócrinas do corpo; produção de hormônios que regulam as mais variadas funções do organismo; principais glândulas: hipófise, tireoide, paratireoides, supra-renais, pâncreas, gônadas (ovários e testículos), timo, pineal.
  • Sistema respiratório – Troca de gases com o ar atmosférico assegurando permanente concentração de oxigênio no sangue (troca necessária para as reações metabólicas) e via de eliminação dos gases residuais que resultam dessas reações.
    – o trato respiratório superior é formado por órgãos localizados fora da caixa torácica: nariz externo, cavidade nasal, faringe, laringe e parte superior da traqueia. O trato respiratório inferior consiste em órgãos localizados na cavidade torácica: parte inferior da traqueia, brônquios, bronquíolos, alvéolos e pulmões. As camadas das pleura e os músculos que formam a cavidade torácica também fazem parte do trato respiratório inferior. O intercâmbio dos gases faz-se ao nível dos pulmões, mas para atingi-los o ar deve percorrer diversas porções de um tubo irregular, as vias aeríferas.
  • Sistema cardiovascular – A função básica do sistema cardiovascular é a de levar material nutritivo e oxigênio às células. O sistema cardiovascular consiste no sangue, no coração e nos vasos sanguíneos. Para que o sangue possa atingir as células corporais e trocar materiais com elas ele deve ser constantemente propelido ao longo dos vasos sanguíneos.
    – circulação pulmonar: leva sangue do ventrículo direito do coração para os pulmões e de volta ao átrio esquerdo do coração; circulação sistêmica: é a maior circulação; ela fornece o suprimento sanguíneo para todo o organismo. A circulação sistêmica carrega oxigênio e outros nutrientes vitais para as células, e capta dióxido de carbono e outros resíduos das células.
  • Sistema genital – Reprodução da espécie.
    – na mulher é formado por ovários, tuba uterina, útero, vagina e vulva; no homem é formado por testículo, epidídimo, ductos deferentes, uretra, pênis e algumas glândulas.
  • Sistema tegumentar – Cobertura do corpo.
    – formado pela pele e seus anexos – glândulas sebáceas, sudoríparas, pele, cabelo e unhas.
  • Sistema linfático – Regula fluidos e imunidade.
    – rede complexa de órgãos linfoides, linfonodos, ductos linfáticos, tecidos linfáticos, capilares linfáticos e vasos linfáticos que produzem e transportam o fluido linfático (linfa) dos tecidos para o sistema circulatório; o baço, os linfonodos (nódulos linfáticos), as tonsilas palatinas (amígdalas), a tonsila faríngea (adenoides) e o timo (tecido conjuntivo reticular linfoide rico em linfócitos) são órgãos do sistema linfático.
    – as três Funções Inter-relacionadas: remoção dos fluidos em excesso dos tecidos corporais; absorção dos ácidos graxos e transporte subsequente da gordura para o sistema circulatório; produção de células imunes (como linfócitos, monócitos e células produtoras de anticorpos, plasmócitos).
  • Sistema urinário – Constituído pelos órgãos incumbidos de elaborar a urina e armazená-la temporariamente até a oportunidade de ser eliminada para o exterior.
    – os órgãos urinários compreendem os rins (2), que produzem a urina, os ureteres ou ductos (2), que transportam a urina para a bexiga (1), onde fica retida por algum tempo, e a uretra (1), através da qual é expelida do corpo.